Locomotech – Integração Hardware Software

E ai galera! Aqui estou eu, Lost Man, novamente no comando de mais Locomotech. Para mim é um imenso prazer poder compartilhar este conteúdo com vocês, pois todos nós aprendemos com ele.
Levando em consideração que a cada dia que passa a informática se torna uma ferramenta indispensável em quase todas a atividades humanas, conhecer um pouco como toda esta tecnologia funciona é fundamental. Por isto mesmo que estou aqui: ajudar vocês nesta árdua tarefa de desmistificar o funcionamento de um computador.
Mas ai você até pode se dizer: “ah cara, mas quando estamos falando de tecnologia estamos falando de uma infinidade de dispositivos e não apenas de computadores”, e você esta certo, mas enquanto hardware (o que na verdade um é dispositivo, ou seja, a parte física de um sistema eletrônico ou computacional) não deixa de ser um computador pois, tirando os mais simples que se baseiam apenas em impulso elétrico e não tem nem sequer uma tela de configuração,todo os outros dispositivo precisa de um sistema de gerenciamento deste hardware para funcionar.
O que quero dizer é que um hardware sem software é praticamente um corpo sem vida. Todo componente físico de um sistema computacional, então, necessita de uma porção de código para determinar como os componentes físicos serão utilizados pelos programas. Sendo assim, eu só consigo escrever esta coluna para vocês pois o dispositivo que utilizo para criá-la, possui um sistema operacional ou um simples aplicativo gravado na sua memória interna (seja ele Windows, Linux, Mac OS, Android, Ios ou Windows Phone ou de criação do próprio fabricante do dispositivo) que é responsável por gerenciar as funções vitais de interação do homem com a maquina, sejam elas botões ou periféricos. Logicamente no caso de periféricos são desenvolvidos drivers (não confunda com drives), que são rotinas de instruções escritas pelos fabricantes do periférico, que quando instaladas e sobre o comando do sistema operacional determinam por exemplo, o que deve acontecer quando movimento o meu mouse ou ainda quando aperto as teclas do meu teclado, ou além disso como deve ser apresentado na tela todos os programas que estou executando nele. Cada fabricante desenvolve o seu próprio driver pois este conhece todos os detalhes de como o componente deve se comportar. Outro exemplo de periférico que está ligado um um computador e precisa desta pra funcionar é o leitor de código de barras que você vê em supermercados. Neste caso existe um driver instalado no computador além de um programa que utiliza-o para capturar o código de barras e processar um série de informações tais como dar baixa na quantidade de produtos no estoque e contabilizar o valor da compra no caixa.
Existem também componentes que não são externos e estão dentro do dispositivo, mas não são integrados a placa principal do dispositivos, e são comumente classificados off-boards, tais como a maioria das placas de video para games, algumas placas de áudio, algumas para internet, entre outros.
Enfim, independente do dispositivo que tiver utilizando, seja ele um Note book, laptop, desktop, Smartphone, tablet, desde de super computadores a simples calculadoras de bolso, todos estes serão sempre compostos de uma parte de hardware que será o próprio dispositivo e de software que será o sistema operacional somado, se houver, a todos os drivers instalados. Isto quer dizer que teremos sempre um drivers ou porção de código para cada componente de hardware na máquina? Sim. Mas existe um grande porem: A afirmação oposta nem sempre é verdade, ou seja, posso ter “drivers” que não manipulam nenhum hardware real. Como isto é possível? Através de um processo na informática chamado de virtualização, que serve para simular um hardware que eu não tenho, para um devido fim. Com a virtualização é possível simular desde ambientes para instalar softwares de outros sistemas operacionais, como é o wine do Ubuntu, que permite instalar programas do windows no linux, ou até mesmo sistemas operacionais inteiros em maquinas virtuais. Permite também simular drives ( e destas vez é drive, mesmo, como os já extintos, de disquete, e os atuias de cd, dvd e Blu-ray) e até outros dispositivos. Mas este esta foi apenas uma introdução para virtualização e falaremos mais profundamente no próximo texto.
Um grande abraço galera! Até o próximo Locomotech! Fuuuii!